Rito de Posse Novo Arcebispo Metropolitano



RITOS INICIAIS


Salve, Regina, Mater misericordiae,
Vita, dulcedo, et spes nostra, salve.
Ad te clamamus, exsules filii Hevae,
Ad te suspiramus, gementes et flentes
In hac lacrimarum valle.

Eia, ergo, advocata nostra, illos tuos
Misericordes oculos ad nos converte;
Et Jesum, benedictum fructum ventris tui,
Nobis post hoc exilium ostende
O clemens, O pia, O dulcis Virgo Maria.

1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.

2. Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.

Terminado o canto de entrada, toda a assembléia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:

Pres: Em nome do Pai, do Filho e dho Espírito Santo.

Ass: Amém.


O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-os:


Pres: A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do pai e a comunhão do espírito santo estejam convosco.


Ass: Bendito Seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo!



ATO PENITENCIAL

Pres: Irmãos, reconheçamos as nossas culpas para celebrarmos dignamente os santos mistérios. 

Pres: Confessemos os nossos pecados:

Ass: Confesso a Deus Todo-Poderoso e a vós, irmãos, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões, por minha culpa, minha tão grande culpa. E peço à Virgem Maria, aos Anjos e Santos, e a vós, irmãos, que rogueis por mim a Deus, Nosso Senhor. 

Segue-se a absolvição sacerdotal:


Pres: Deus Todo-Poderoso tenha compaixão de nós perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.

Ass: Amém.

4. Seguem-se as invocações:

Pres: Senhor, tende piedade de nós. 

Ass: Senhor, tende piedade de nós. 

Pres: Cristo, tende piedade de nós. 

Ass: Cristo, tende piedade de nós. 

Pres: Senhor, tende piedade de nós. 

Ass: Senhor, tende piedade de nós.

Após o Ato Penitencial, todos assentam-se e um presbítero designado, ou um diácono, realiza a leitura da Bula de Nomeação Episcopal.

Ao dileto Filho, Dom Leonardo Teixeira, nomeado Arcebispo Metropolitano de São Paulo, saúde e benção da parte de Deus, nosso Pai.

Desta Cátedra Primacial da Arquidiocese de Roma, que por providência divina recebi, volto meus olhares para as necessidades pastorais do povo de Deus reunido na Arquidiocese de São Paulo, a fim de que com olhar diligente, sacie aquele povo sedento de Fé.

Tendo o nosso venerável irmão e então Arcebispo de São Paulo, Dom Vito Cardeal Lavezzo, ter sido eleito Vice-Decano do Sacro Colégio de Cardeais, se faz necessário a nomeação de um novo Pastor, a fim de dar continuidade nos trabalhos pastorais naquela Arquidiocese. E tu dileto filho, foi visto dotado das qualidades e dos dotes necessários para este encargo.

Por isto, no uso de minha Autoridade Apostólica, nomeio-te Arcebispo Metropolitano da Arquidiocese de São Paulo, com todos os direitos e deveres reservados para este ministério.

Deves receber a posse canônica de um prazo de 10 dias, após a publicação desta, e uma ata deve ser redigida, enviando assim uma cópia para a nós, uma para a Nunciatura Brasileira e pôr a outra nos arquivos da Mitra Arquidiocesana. Para a posse, seja previsto o devido juramento de obediência a mim e a meus sucessores.

Por fim, rogamos ao bom Deus que derrame sobre ti as suas bençãos, e seja auxílio e sustento durante todo o tempo em que estiveres à frente da igreja a ti confiada. Que Ele vos dê um grande fervor apostólico, a fim de que sustentes a este povo eleito com tuas preces sacerdotais ao Senhor Jesus, o Bom Pastor, para que ele tenha força força e ânimo, as luzes da mente e as consolações da vida.

Datum Romae, XXVII mensis Iunius, A.D MMXIX, Primus sub coronam nostram.


  + Benedictus Pp. IV 

Pontifex Maximus 

Ao fim da leitura da Bula, todos dizem:
Ass: Graças a Deus.

O novo Arcebispo, de mitra, portando o báculo, assenta-se na cátedra. Pode-se cantar um canto apropriado.
O clero arquidiocesano se dirige a cátedra para saudar o seu pastor.

O Chanceler do arcebispado, ou um outro presbítero designado, lê a Ata da Posse.
Leitura da Ata de Posse:

Aos vinte e nove dias do mês de Junho do ano Dois mil e dezenove, ás 20:00, na catedral Metropolita de São Paulo, Sé Arquidiocesana, na presença do Núncio Apostólico para o Brasil, Dom Athanasius d'Aniello Schneider, dos Bispos, Padres, Religiosos e o povo de Deus, tomou posse como Arcebispo Metropolitano o Excelentíssimo e Revendíssimo Senhor Dom Leonardo Teixera.
No inicio da celebração, após a apresentação do novo Arcebispo, feito por Dom Athanasius d'Aniello, Núncio Apostólico, o mesmo pediu que fosse levado ao conhecimento de todos a nomeação Canônica de Dom Leonardo Teixera, como Arcebispo Metropolitano de São Paulo, lendo as letras apostólicas de nomeação, emanadas do Vaticano pelo Santo Padre, o Papa Bento IV. Após à leitura do documento, Dom Athanasius d'Aniello Schneider entregou o báculo pastoral e à Cátedra a Dom Leonardo Teixera, dando posse ao novo Arcebispo Metropolitano, que presidiu a solene celebração eucarística. Para constar foi lavrada a presente Ata, que vai por mim assinada, (NOME DO LEITOR), testemunha de tal posse, bem como por Dom Leonardo Texeira, e ainda por todos os Cardeais, Bispos, Padres membros do colégio de Consultores e representantes dos fiéis leigos.

Dado e passado, na Arquiepiscopal  cidade de São Paulo, no dia 29 de Junho de 2019. 

Após a leitura da Ata, o leitor e o novo bispo a assinam.
HINO DE LOUVOR



Ass: Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por Ele amados. Senhor Deus, Rei dos Céus, Deus Pai Todo-Poderoso, nós Vos louvamos, nós Vos bendizemos, nós Vos adoramos, nós Vos glorificamos, nós Vos damos graças, por Vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai: Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós; Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica; Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só Vós sois o Santo; só Vós, o Senhor; só Vós, o Altíssimo, Jesus Cristo; com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém!

ORAÇÃO DO DIA



6. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então o sacerdote abrindo os braços reza a oração;
Ó Deus, que preparastes morada digna do Espírito Santo no imaculado coração de Maria, concedei que, por sua intercessão, nos tornemos um templo da vossa glória. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ass: Amém.


LITURGIA DA PALAVRA

7. O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Leitura do livro do profeta Isaías.
 Sua raça tornar-se-á célebre entre as nações, e sua descendência entre os povos: todos, vendo-os, reconhecerão que são a abençoada raça do Senhor.
 Com grande alegria eu me rejubilarei no Senhor e meu coração exultará de alegria em meu Deus, porque me fez revestir as vestimentas da salvação. Envolveu-me com o manto de justiça, como um neo-esposo cinge o turbante, como uma jovem esposa se enfeita com suas jóias.
 Porque, quão certo o sol faz germinar seus grãos e um jardim faz brotar suas sementes, o Senhor Deus fará germinar a justiça e a glória diante de todas as nações.

Palavra do Senhor.
Ass: Graças à Deus.

8. O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.
- Meu coração se regozija no Senhor.
 
Exulta no Senhor meu coração
e se eleva a minha fronte no meu Deus;
minha boca desafia os meus rivais
porque me alegro com a vossa salvação.
 
O arco dos fortes foi dobrado, foi quebrado,
mas os fracos se vestiram de vigor.
Os saciados se empregaram por um pão,
mas os pobres e os famintos se fartaram.
Muitas vezes deu à luz a que era estéril,
mas a mãe de muitos filhos definhou.
 
É o Senhor quem dá a morte e dá a vida,
faz descer à sepultura e faz voltar;
é o Senhor quem faz o pobre e faz o rico,
é o Senhor quem nos humilha e nos exalta.
 
O Senhor ergue do pó o homem fraco,
do lixo ele retira o indigente,
para fazê-los  assentar-se com os nobres
num lugar de muita honra e distinção.


9. Segue-se o Aleluia ou outro canto (no tempo quaresmal).

11. Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:

Diác: Dá-me a tua bênção.

O sacerdote diz em voz baixa:
Pres: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.

Diác: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;

Pres: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.

12. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:

Diác ou Sac: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.

O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:

Diác ou Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas.
Ass: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
 Os pais de Jesus iam todos os anos a Jerusalém, para a festa da Páscoa.

 Quando ele completou doze anos, subiram para a festa, como de costume.
 Passados os dias da Páscoa, começaram a viagem 
de volta, mas o menino Jesus ficou em Jerusalém, sem que seus pais o notassem.
 Pensando que ele estivesse na caravana,
caminharam um dia inteiro. Depois começaram a procurá-lo entre os parentes e conhecidos.
 Não o tendo encontrado, 
voltaram para Jerusalém à sua procura.
 Três dias depois, o encontraram no Templo. 
Estava sentado no meio dos mestres, escutando e fazendo perguntas.
 Todos os que ouviam o menino estavam maravilhados 
com sua inteligência e suas respostas.
 Ao vê-lo, seus pais ficaram muito admirados
e sua mãe lhe disse: "Meu filho, por que agiste assim conosco? Olha que teu pai e eu estávamos, angustiados, à tua procura".
 Jesus respondeu: 
"Por que me procuráveis? Não sabeis que devo estar na casa de meu Pai?"
 Eles, porém, não compreenderam 
as palavras que lhes dissera.
 Jesus desceu então com seus pais para Nazaré, e era-lhes obediente. Sua mãe, porém, conservava no coração todas estas coisas.

13. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác ou Sac: Palavra da Salvação.
Ass: Glória a vós, Senhor.

HOMILIA

OFERTÓRIO


Salve mater misericordiae,
Ma ter Dei, et mater veniae,
Mater spei et mater gratiae,
Mater plena sanctae laetitiae. O Maria!
Salve decus humani generis,
Salve Vırgo dıgnior ceteris,
Quae vırgines omnes transgrederis,
Et altius sedes in superis,
O Maria!
Salve felix Vırgo puerpera,
Nam qui sedet in Patris dextera,
Caelum regens, terram et aethera,
Intra tua se clausit vıscera,
O Maria!
Te creavit Deus mirabilem,
Te respexit ancillam humilem,
Te quaesıvit sponsam amabilem,
Tıbi nunquam fecit consimilem,
O Maria!
17. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.

18. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucarística, ou outros dons para o auxílio da comunidade e dos pobres.

19. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:

Bendito sejais, senhor, Deus do Universo, pelo pão que recebemos da Vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Pão da vida.

Se não houver canto ao ofertório o povo acrescenta a aclamação:

Ass: Bendito seja Deus para sempre!

20. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d´água no cálice, rezando em silêncio:

Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

21. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:

Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos da Vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Vinho da Salvação.

Ass: Bendito seja Deus para sempre!

Coloca o cálice sobre o corporal.

22. O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:

De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

23. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.

24. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.

25. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres:  Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu 
nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas;
Acolhei, ó Deus, as preces e oferendas que vos apresentamos em honra de Maria, mãe de Jesus Cristo, vosso filho. Que elas vos sejam agradáveis e nos tragam o vosso perdão. Por Cristo, nosso Senhor.

Prefácio da Virgem Maria I
A maternidade da Virgem Maria


Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres: Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.

Pres: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, e, na festa... de Maria, sempre virgem, celebrar os vossos louvores. À sombra do Espírito Santo, ela concebeu o vosso Filho único e, permanecendo virgem, deu ao mundo a luz eterna, Jesus Cristo, Senhor nosso. Por ele, os anjos cantam vossa grandeza, os santos proclamam vossa glória. Concedei-nos também a nós associar-nos a seus louvores, cantando (dizendo) a uma só voz..


Ass: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória.
Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

102. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Na verdade, ó Pai, vós sois santo e fonte de toda santidade.
103. Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
Santificai, pois, estas oferendas, derramando sobre elas o vosso Espírito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso.
Ass: Santificai nossa oferenda, ó Senhor!
O sacerdote une as mãos.

104. Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão,
Toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, se inclina, e prossegue:
ele tomou o pão, deu graças e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.

105. Então prossegue:
Do mesmo modo, ao fim da ceia,
Toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, se inclina, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal, e faz genuflexão para adorá-lo.

106. Em seguida, diz:
Eis o mistério da fé!
Ass: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

107. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Celebrando, pois, a memória da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o pão da vida e o cálice da salvação; e vos agradecemos por que nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
Ass: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!

Pres: E nós vos suplicamos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
Ass: Fazei de nós um só corpo e um só espírito!

1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro: que ela cresça na caridade com o papa Bento, com o nosso bispo Leonardo e todos os ministros do vosso povo.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

2C: Lembrai-vos também dos nossos irmãos e irmãs que morreram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida: acolhei-os junto a vós na luz da vossa fhace.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!

3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a virgem Maria, mãe de Deus, com os santos apóstolos e todos os que neste mundo vos serviram, a fim de vos louvarmos e glorificarmos por Jesus Cristo, vosso Filho.
Ass: Concedei-nos o convívio dos eleitos!

108. Ergue o cálice e a patena com hóstia, dizendo:
Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
Ass: Amém!

125. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres:  Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu;  o pão nosso de cada dia nos daí hoje,  perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

126. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

127. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: Amém.

128.O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass: O amor de Cristo nos uniu.

129. Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Diác: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.

130. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

131. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Ass: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

133. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor.
Pres: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

Canto da Comunhão

ANIMA CHRISTI, SANCTIFICA ME
CORPUS CHRISTI, SALVA ME.
SANGUIS CHRISTI, INEBRIA ME
AQUA LATERIS CHRISTI, LAVA ME.
Passio Christi, conforta me.
O bone Iesu, exaudi me.
Intra vulnera tua absconde me.
ANIMA CHRISTI, SANCTIFICA ME
CORPUS CHRISTI, SALVA ME.
SANGUIS CHRISTI, INEBRIA ME
AQUA LATERIS CHRISTI, LAVA ME.
Ne permittas a te me separari.
Ab hoste maligno defende me.
In hora mortis meæ voca me.
ANIMA CHRISTI, SANCTIFICA ME
CORPUS CHRISTI, SALVA ME.
SANGUIS CHRISTI, INEBRIA ME
AQUA LATERIS CHRISTI, LAVA ME.
Et iube me venire ad te,
ut cum sanctis tuis laudem te
per infinita sæcula sæculorum. Amen.
ANIMA CHRISTI, SANCTIFICA ME
CORPUS CHRISTI, SALVA ME.
SANGUIS CHRISTI, INEBRIA ME
AQUA LATERIS CHRISTI, LAVA ME.

140.De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Tendo participado, ó Deus, da redenção eterna na festa da mãe de Jesus, concedei-nos crescer em vossa graça até a plenitude da salvação. Por Cristo, nosso Senhor.

Benção Solene Para as Solenidades de Nossa Senhora


(Solenidade de Nossa Senhora)
Segue-se o rito de despedida. O sacerdote abrindo os braços, saúda o povo:
Pres: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass: Ele está no meio de nós.

O sacerdote diz:
Inclinai-vos para receber a bênção.

E estendendo os braços diz:
Pres: O Deus de bondade,que pelo filho da Virgem Maria quis salvar a todos,vos enriqueça com sua benção.
Ass: Amém!

Pres: Seja-vos dado sentir em toda parte a proteção da virgem,por quem recebestes o autor da vida.

Ass: Amém!

Pres: E vós,que vos reunistes hoje para celebrar sua solenidade possais colher a alegria espiritual e o prêmio eterno.
Ass: Amém!

O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass: Amém.

143. Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Glorificai o Senhor com vossa vida; ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.

O povo responde:
Ass: Graças a Deus.

144. Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.

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